terça-feira, 4 de agosto de 2009

Sistemas de Comunicação Popular

Resenha do 1° capítulo. (Conteúdo da comunicação popular)

Todos os dias somos bombardeados de informações, a comunicação nos trás uma mensagem em cada conteúdo, mas nem todas são memorizadas por nós, portanto no momento de transmitir informações, os profissionais de comunicação devem tomar o máximo cuidado para que a mensagem mais importante seja repassada de maneira que seu público-alvo memorize. Para tornar isso possível precisamos chamar atenção, despertar interesse, seja de fácil entendimento, é importante que a linguagem esteja de acordo com o receptor, ter um bom slogan, assim à propaganda propriamente dita fica gravada em nosso subconsciente.
A comunicação engloba todo nosso dia-a-dia, desde manter um diálogo com um amigo, como ao ver televisão, se manter informado sobre qualquer tipo de assunto.
Mas o objetivo mesmo é focar em comunicação através de sistemas folclóricos, ou folkcomunicação, mas popularmente conhecido como cultura, comunicação popular, aquele que vem dos costumes e tradições.
Para melhor compreensão é mais viável estudar o comportamento de culturas diferentes das nossas, afinal podemos acabar confundindo intenções, ações e efeitos.
Há quatro formas de comunicação popular, a oral, a escrita, a gestual, e a plástica (arte) e é através delas que nos comunicamos a respeito de variados assuntos, afinal nada é por acaso.
Quando comunicamos, procuramos modificar algo na estrutura mental de alguma pessoa, se não pensarmos desta maneira, não saberemos o que realmente foi passado ao nosso receptor e então, não há como saber se a pessoa recebeu a mensagem da maneira esperada.
É importante que o produto que queremos vender, convença o líder de opinião, pois este influenciará os demais focos ao seu redor, ele tem prestígio num grupo e as pessoas enxergam este líder como um exemplo e com vasta confiança. Para exemplificar melhor este tipo de pessoa, podemos ter como base quando um médico da uma entrevista e diz que determinado remédio pode causar algum tipo de deficiência, rapidamente as pessoas irão parar de usar o medicamento, pois o médico é um líder de opinião perante a sociedade.
Então, na comunicação é necessário que saiba o que falar e para quem passar a mensagem, assim obteremos sucesso em nosso objetivo.

Referência:
LUYSTEN, Joseph M. Conteúdo da comunicação popular. In: Sistemas de comunicação. 1. Ed. São Paulo: Ática, 1988.

Marketing ON-LINE: Estratégias, melhores práticas e estudos de casos.

Marketing ON-LINE, é um livro que ensina como usar a internet para promover as empresas, fazer propagandas e otimizar a capacidade de utilização de sites e executar campanhas bem-sucedidas de marketing eletronico.

“O marketing viral é uma conseqüência natural de qualquer esforço de marca de um site bem apresentado. Se o site for bom, os visitantes encaminharão as noticias a seus amigos e, na maioria das vezes, eles encaminharão essas informações por meio de suas mensagens eletrônicas pessoais. O profissional de marketing competente pode utilizar uma variedade de técnicas para acelerar esses processos, atentando para o fato de utilizar esses canais pessoais sem jamais parecer estar usando spam.”
Hoje em dia somos bombardiados de informações eletrônicas, um bom profissional de marketing tem que saber diferenciar a marca, com a qual trabalha, no meio dessas milhões de idéias criadas diariamente. Se essas idéias forem aceitas pelo publico alvo, elas vão de pulverizando automaticamente sendo que o custo arcado para esse tipo de divulgação é zero. Enviar centenas de mensagens eletrônicas para anunciar sua marca também não é o melhor caminho, essas mensagens podem ser confundidas com spam podendo denegrir a imagem da marca. Muito importante também é o envio dos emails para o publico certo, e para prender a sua atenção antes que eles excluam as mensagens é tornando um leitor fiel dos seus emails, mostre-lhes que seus anúncios tem informações de alto valor e curiosidades com a marca e sempre que possível promover a interatividade para com esse grupo.


E.Bruner,Rick; et al. Marketing on-line: Estratégias, melhores práticas e estudos de casos.1.ed.São Paulo: Futura,2001.

Resenha: Redação Publicitária – A Prática na Prática



O livro “Redação Publicitária – A Prática na Prática” de autoria do publicitário Zeca Martins, com mais de 30 anos de experiências em publicidade e marketing, traz para o leitor exatamente o que o nome da obra promete: ele aborda a redação publicitária num contexto totalmente prático. Dividido em módulos, de acordo com a dificuldade, desempenho e capacidade redativa do leitor a obra propõe uma nova tarefa a cada etapa a fim treinar as novas técnicas aprendidas no livro.
Possui aproximadamente 140 exercícios simples, para desenvolver a habilidade no jovem redator. Esse livro pode ser resumido como um ótimo caminho para sair do papel em branco.
Fonte: Redação Publicitária – A Prática na Prática

O Som no Silêncio

Pesquisas e estudos feitos mostram que em 90% a percepção subliminar refere-se a comunicação visual. A propaganda subliminar aparentemente aplica-se mais as mídias visuais como por exemplo; outdoor, fotografias e etc. Muitos téoricos da comunicação estão afirmando que estamos na era da imagem, porem os subliminares são relativamente fáceis de plantar em ambas as áreas imagens ou de sons.
O efeito da musica tem sido registrado em diversas culturas. O filosofo grego Pitágoras descreveu o poder do som e seus efeitos sobre a psique humana , já outras afirmações a respeito falam que , a musica afeta fisicamente por possuir um ritmo um tempo. Também podemos observar do ponto de vista de diversos autores que a musica estimula a nossa imaginação se for uma musica alta pode nos deixar opressivos e se for suave produz serenidade e tantas outros estados , terror, tristeza, alegria e etc. Segundo Key o reforço que o som provoca na imagem é a causa do sucesso de um filme de terror que ganhou o Oscar pela trilha sonora, pois tinham vários sons subliminares como por exemplo colocaram o som de varias abelhas em uma cena que gerava medo e ansiedade.
Apesar de toda tecnologia disponível diversos publicitários e sonoplastas ninguém nunca ouviu falar de nenhuma aplicação subliminar no som para eles o tema é uma tabu, contudo o publicitário Marco Antonio Batan deixou uma declaração;
“ Para o publicitário Marco Antonio Batan , tudo indica que a influencia exista, mais o assunto ainda precisa de estudos sério. “Não posso negar a influencia subliminar [...]. “ O publicitário afirma que o objetivo da publicidade é justamente sugestionar por meio de musicas e outros apelos. “Tudo é intencional e declarado, principalmente em um comercial [...].”

Flávio Calazans
Propaganda subliminar multimidia – São Paulo,2006 Editora Summus editorial

O Consumidor na Infância

RESENHA: O Consumidor na Infância

Eliane Karsaklian autora do livro Comportamento do Consumidor, 2 edição, ano 2004, editora São Paulo, no capitulo 4, aborda sobre o consumo na infância, o poder das propagandas e como influenciar elas.
As crianças geralmente usam como forma de entretenimento a televisão e são grandes influenciadores na hora de comprar um produto, porém é difícil elaborar uma propaganda para este público, pois conforme Eliane: “uma das maiores críticas feitas contra a propaganda e, principalmente, contra a propaganda na televisão diz respeito às crianças. Pelo fato de elas não entenderem os objetivos comerciais.”.
A televisão não faz a criança pensar, entrega as informações do produto e pela idade não possui muito conhecimento para saber o que é bom e o que não é. Simplesmente acham bonito o que esta passando na telinha ou não gostam daquilo que está vendo.
Karsaklian afirma que: “é preciso saber em que direção será conduzida a atitude da criança após seu primeiro contato com a propaganda”, as agencias de publicidade tem que abusar da criatividade para chamar atenção e realizar pesquisas para saber qual será a reação das crianças ao ver a propaganda, se ela realmente vai atingir os objetivos quando for vinculada.
A propaganda que é dirigida ao público infantil também tem que despertar interesse com os adultos, pois conforme a autora: “o fato de a mãe conhecer a marca e tê-la memorizado aumenta a probabilidade de que ela compre a marca solicitada por seus filhos”. As crianças não possuem dinheiro para comprar determinado produto, são os pais que controlam os gastos. Os comerciais precisam mostrar o lado “educativo” do produto também, para chamar atenção dos pais para realizar a compra.
É preciso ter muitas idéias e conhecer bem o público infantil, para elaborar um comercial criativo para poder influenciar na compra, pois é difícil passar a mensagem do produto para as crianças e as fazer memorizar.

TEXTO PUBLICITÁRIO: Razão e Emoção



A forma mais eficaz de convencer um determinado público a comprar um produto é usando a emoção. A linguagem de um texto publicitário não é apenas para informar o consumidor sobre o produto, mas também convencê-lo a comprar.

Segundo Marilde Sievert, os melhores anúncios são os que seduzem o consumidor através da sensibilidade, sendo que a “propaganda eficiente vende, assim, não produtos, mas vantagens, desejos, sonhos” (SIEVERT, 2003, p. 22). Um exemplo dessa venda que está por trás dos produtos é a campanha do dia das mães de 2008 realizada pela AlmapBBDO para a Boticário, ocasião em que usaram o título “Emocione sua mãe com presente do Boticário”, ou seja, não vendiam um perfume, mas sim a emoção.

A redação publicitária não precisa estar rodeada de Em todo processo comunicativo, provocador e provocado são cúmplices no despertar do desejo. Somente seduzimos quem está predisposto a ser seduzido. E o consumidor potencial é este mesmo que tem ânsia de ser seduzido.

Por isso a redação publicitária deve ser, acima de tudo, persuasiva, clara, objetiva, envolvente e direta, sem muitos enfeites, mas com emoção, com envolvimento (PETIT, 1992 apud SIEVERT, 2003, p. 22).

A diferença entre o criador de propaganda e um artista, conforme Sievert (2003, p. 23), está na informação difusa pela qual o artista vive, enquanto que:

[...] o criador de propaganda trabalha sobre informações definidas, organizadas, segmentadas, processadas à luz de determinado raciocínio, e sua produção traz um compromisso absoluto de coerência com este material. Portanto, seu estilo é padronizado, coletivo, porque, além de ter a manifestação individual do criador, precisa atender às expectativas coletivas.

Nada melhor do que incorporar o universo onde o consumidor vive, para criar com emoção, vender pelo menos um sorriso e encantar o público-alvo com a criatividade, como mencionou Carlos Drumond de Andrade, com a Crônica “Anúncios” (1971 apud SIEVERT, 2003, p. 25):

[...] Confesso que um dos meus prazeres é saborear os bons anúncios jornalísticos de coisas que não pretendo, não preciso ou não posso comprar, mas que me atraem pela novidade da concepção, utilizando macetes psicológicos sutis e muito refinamento de arte. É admirável a criatividade presente nessas obras de consumo rápido, logo substituídas por outras. São anúncios que muitas vezes nos prestam serviço, pela imaginação e pelo bom humor que contêm. E se nos vendem pelo menos um sorriso, ajudam a construir um dia saudável de trabalho.

SIEVERT, Marilde. Texto Publicitário: Dicas Não São Receitas. 2.ed. Blumenau: Furb, 2003.

domingo, 2 de agosto de 2009

A mídia comanda o ritmo da moda

A música é a identidade de cada um. É por meio da apresentação das bandas que o público assume a se agrada ou não. Na tecnologia tudo fica mais fácil, flyers, telefones móveis, sites, chats, listas de discussão na internet, Orkut, twitter, inúmeras formas de divulgar o trabalho, eventos e shows. O artigo Música pop, e-music, mídia e estudos culturais, de Cláudio Manoel Souza, da Universidade Federal da Bahia discute o surgimento da música popular e o interesse cultural da mesma.
A primeira pessoa a atentar o comportamento dos jovens que produziam música pop em Liverpool (UK) durante os anos 80 foi à pesquisadora Sara Cohen. Mas foi Ruth Finnegan em 1989, que levantou três questões a cerca do desenvolvimento dos jovens nesta arte.
Segundo Finnegan (1989 apud SOUZA), ele se firma num corpo substancial de conhecimento e num ativo senso de escolha por parte dos músicos e público – os quais têm um claro entendimento das regras do gênero, das histórias sem hesitação sobre fazer julgamentos do valor e significado musical.
Finnegan ainda define que as jovens bandas de rock e músicos colocam um alto valor na originalidade e na expressão. O que demonstra que em torno das bandas monta-se uma estrutura organizacional, onde pessoas assumem tarefas e desenvolvem habilidades específicas.
Mas como a música é ampla, além da música popular, há também as “raves”, músicas eletrônicas que dominam a cabeça de muitos jovens.
De acordo com Stiens (apud SOUZA), a cena rave cresceu nos EUA entre 1993 e 1994. Enquanto as cenas raves na Inglaterra e Alemanha estavam se tornando “impérios” comerciais. Existem agora raves acontecendo em todo país, em todos os estados.
É a prova de que existem tribos diferentes, e cada vez surgem mais e mais. Há espaço para todos os gostos musicais cada qual com sua cultura. O conceito e-music aparece por meio dos chamados “underground”, associados as tecnologias contemporâneas com autonomia das tribos em relação ao mercado tradicional.
Vale ressaltar que a mídia faz a ilusão dos jovens, sempre há aquele ritmo que está na “modinha”. Segundo Thornton (apud SOUZA) é nesta hora que os jovens passam a ser “inocentes vítimas das versões negativas da mídia”, quando a mídia trata a cultura jovem como qualquer outro produto de mercado, vendável, enquanto notícia.
É exatamente desta forma que acontece atualmente. A mídia lança um novo estilo no mercado e faz a cabeça dos jovens para escutá-lo e virar um novo sucesso, como no caso do sertanejo universitário atual.



Referências :

SOUZA, Cláudio Manoel. Música pop, e-music, mídia e estudos culturais. Disponivel em: Acesso em 21 jul. 2009.