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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Análise de conteúdo: contextualização

O que é?

Métodos das ciências humanas e sociais destinado à investigação de fenômenos simbólicos por meio de várias técnicas de pesquisa. Trabalha tradicionalmente com materiais textuais escritos.
Cumpri os requisitos de sistematicidade e confiabilidade


Histórico

Utilizado desde o século XVIII
Adoção XX
Consolidou-se nos EUA, na primeira Metade do século XX
Descritivo – Inferência
Oscila entre o aspecto qualitativo e quantitativo.


Perfil

Características:

Orientação fundamental empírica, exploratória, vinculada a fenômenos reais e de finalidade preditiva.

Transcendência das noções normais de conteúdo, envolvendo as idéias de mensagem, canal, comunicação e sistema.

Metodologia própria, que permite ao investigador programar, comunicar e avaliar criticamente um projeto de pesquisa com independência de resultados.

Marcos de Referências

Os dados, tais como se apresentam ao analista

O contexto dos dados

O conhecimento do pesquisador

O objetivo da análise de conteúdo

A Inferência como tarefa intelectual básica

A validade como critério de sucesso

Método

Organização da análise

A codificação

A categorização

A inferência

O tratamento informático

Organização da análise

  1. Pré-análise: desenvolver o plano de análise. Escolher os textos a serem analisados, formulação das hipóteses e dos objetivos, elaboração dos indicadores que fundamentam a interpretação final.

Corpus

É a definição do conjunto de documentos que vão ser analisados.

Para a constituição de corpus temos alguma regras:

Regra da exaustividade

Regra da representatividade

Regra da homogeneidade

Regra de pertinência

  1. Exploração do material: é a análise propriamente dita.

Codificação

A escolha das unidades de registro e de contexto

A escolha das regras de enumeração

A codificação na prática


  1. Tratamento dos resultados obtidos e interpretações

A categorização

Inferência: Específicas e Gerais

Tratamento informático

Técnicas

Análise Categorial: Desmembramento do texto em unidades, em categorias

Análise de avaliação: medir as atitudes do locutor quanto aos objetivos que ele fala

Análise de enunciação: considera a produção da palavra como um processo.

Análise da expressão: considera traços pessoais, o estado do locutor e suas reações. É utilizada para investigação da autenticidade de um documento.

Análise de contingência: denominada de análise associativa, considera o que um conjunto de assunto constrói, podendo ser, uma determinada mensagem, gênero.

Análise estrutural: parte do pressuposto de que todo o texto é uma realidade estruturada.

Análise do discurso: Procura estabelecer ligação entre as condições de produção do discurso e sua estrutura.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Construindo novas realidades através da fotografia

A principio estou pesquisando sobre como a fotografia atual faz parte do processo de construção de novas realidades, em que será utilizada para promover uma marca ou um produto. Pretendo mostrar também o processo que é realizado por trás da elaboração que envolve a idéia inicial, a captação, a editoração gráfica até a “fotografia finalizada”. Pretendo descobrir como essas imagens afetam a forma das pessoas consumirem e saberem diferenciar a imagem modificada digitalmente por uma produzida realmente.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Fotograqfia e técnicas

Resenha
Da fotografia analógica à ascensão da fotografia digital

No século XIX surge a fotografia que muda e cria novos conceitos artísticos. Ainda no seu início a fotografia era um processo tecnicamente rústico como é o caso da câmara escura, que projetava a luz na parede e revelava uma imagem. Com várias pesquisas e experiências, os estudiosos conseguiram chegar em uma maneira de capturar e fixar a imagem em peniculas sensíveis a luz.
A fotografia começou a ser reconhecida e etilizada em grande escala pelos meios de comunicação da época, aumentando a quantidade de profissionais. Já na década de 80, a fotografia analógica passa a ter um fator ameaçador, o surgimento da fotografia digital. Esse surgimento provocou uma grande mudança no mercado profissional e naturalmente o dividindo em “três classes”: a primeira classe é a dos profissionais mais antigos que usam da fotografia analogica e resistem em mudar de equipamento; a segunda classe são as dos profissionais que começaram seu trabalho na fotografia analogica e aos poucos estão se adaptando a fotografia digital e usando dos seu benefícios; e, a terceira e última classe é a dos fotografos da nova gereção que já começaram o seu trabalho dentro da fotografia digital, que conhecem toda a linguagem fotográfica atual, mas não se preocupam com os conhecimentos necessários como enquadramento, iluminação e senso estético.
De qualquer maneira a fotografia digital não precisa se descartada assim como a fotografia analógica, pois ambas tem muito a contribuir uma com a outra para criar profissionais mais qualificados e capazes de realizar trabalhos que esteticamente vão transmitir um conceito e uma realidade.